O tratamento Odontológico de uma criança portadora da Síndrome de Down não tem diferença do tratamento Odontopediátrico convencional. Porque a Sìndrome de Down não é uma doença, é uma anomalia cromossômica muito comum, de origem genética que ocorre na incidência de 1 em 700 nascimentos. Tem como principais características bucais:
- Atraso tanto na erupção quanto na esfoliação de dentes de leite;
- atraso também na erupção dos permanentes;
-mordida aberta;
- ausência de alguns dentes e alteração de forma e tamanho dos mesmos;
- respiração bucal;
- doença periodontal;
- hipotomia e mal posicionamento da língua;
- palato mais estreito que o normal.
Considerando todas essas características, é importante ressaltar que o acompanhamento Odontopediátrico de crianças portadoras da síndrome deve começar o mais cedo possível, desde bebê, para que a prevenção minimize qualquer problema que possa ser agravado nestas condições bucais. Além do que, existe um aparelho específico (Placa Palatina de Memória) indicado em alguns casos para os pequenos portadores da Síndrome de Down que ajuda a restabelecer funções respiratórias, de fala e de deglutição, para que a criança adquira uma qualidade de vida muito melhor.
Crianças com Síndrome de Down são na maioria das vezes, extremamente dóceis e cooperam muito bem com o tratamento Odontológico, mas não é por isso que podemos nos descuidar da boquinha destes pequenos. Como eu já disse aqui em outras matérias, é melhor prevenir que remediar.
Lembrem-se, a inclusão refere-se não somente na interação com os coleguinhas, com o método de alfabetização, mas sim em garantir aos portadores da Síndrome de Down os mesmos cuidados de saúde, diversão, e porque não de saúde bucal também, para ter um sorriso saudável e poder SORRIR!
Sorrir porque é uma criança como tantas à sua volta. Isto é inclusão!
Pesquisar neste Blog
quinta-feira, 29 de março de 2012
Criança com Síndrome de Down
terça-feira, 20 de março de 2012
Alimentos amigos dos dentes
É isso mesmo, papais e mamães, vocês sabiam que existem alimentos que são amigos dos dentinhos?
Pois é, chamamos essas comidinhas de alimentos detergentes ou seja, são aqueles que auxiliam na limpeza dos dentes.
Como eles fazem essa limpeza?
A limpeza acontece através do atrito do alimento com o dente. Vou explicar melhor: durante a mastigação, os alimentos ricos em fibra e de consistência endurecida, removem resíduos e as placas bacterianas em formação por deslizarem entre os dentes.
Então quais seriam esses alimentos?
Destacam-se nesta relação alimentos fibrosos, frutas e legumes crus. Como exemplo podemos citar: maçã, pêra, melancia, cenoura, pepino, acelga, nozes, castanhas, queijo entre outros. Esses alimentos além de promoverem o atrito com os dentes e limpá-los por isso, também são ricos em vitaminas, ácido fólico, menos gordura e baixo teor de açúcar reduzindo assim a incidência de cárie.
Mas fica o alerta, mesmo ingerindo todos esses alimentos detergentes, a escovação e o cuidado com a higiene bucal dos pequenos é indispensável, porque uma coisa não substitui a outra, elas se completam.
Pois é, chamamos essas comidinhas de alimentos detergentes ou seja, são aqueles que auxiliam na limpeza dos dentes.
Como eles fazem essa limpeza?
A limpeza acontece através do atrito do alimento com o dente. Vou explicar melhor: durante a mastigação, os alimentos ricos em fibra e de consistência endurecida, removem resíduos e as placas bacterianas em formação por deslizarem entre os dentes.
Então quais seriam esses alimentos?
Destacam-se nesta relação alimentos fibrosos, frutas e legumes crus. Como exemplo podemos citar: maçã, pêra, melancia, cenoura, pepino, acelga, nozes, castanhas, queijo entre outros. Esses alimentos além de promoverem o atrito com os dentes e limpá-los por isso, também são ricos em vitaminas, ácido fólico, menos gordura e baixo teor de açúcar reduzindo assim a incidência de cárie.
Mas fica o alerta, mesmo ingerindo todos esses alimentos detergentes, a escovação e o cuidado com a higiene bucal dos pequenos é indispensável, porque uma coisa não substitui a outra, elas se completam.
sábado, 10 de março de 2012
Novidade para a meninada
A novidade é que, foram lançados no mercado enxaguantes bucais com corantes capazes de colorir (marcar) a placa presente no dente e que deve ser removida. Este produto além de prevenir a cárie pela presença de flúor, funciona bem como incentivo para os pequenos de remover a placa até o dente ficar branquinho! Ou seja, onde estiver colorido tem sujeira e precisa ser melhor escovado!
Neste caso, o bochecho deve ser realizado antes da escovação, um pouco diferente dos enxaguantes bucais comuns, que são utilizados após a limpeza dos dentinhos. Mas atenção: o cuidado deve ser o mesmo, o produto não pode ser engolido. Trata-se de um medicamento exclusivo para bochecho e não para ser ingerido.
![]() |
| Enxaguantes bucais infantis que identificam a placa bacteriana. Os preços variam de R$7,90 a R$14,80 |
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
BOLHINHA NA GENGIVA: O QUE É?
"Doutora, tem uma bolhinha na gengiva do meu filho, ela aparece, permanece por um tempo, solta pus e depois some. Por que acontece isso? O que pode ser?"
É claro que o diagnóstico certinho da tal bolhinha só é possível consultando o Odontopediatra, mas pelas características eu imagino o que seja...
Essa bolinha ou bolha que aparece e some na gengiva de seu filho chama-se fístula. É uma forma que o organismo da criança encontrou para expulsar o pus proveniente de uma infecção, seja ela do dente (mais comum nas crianças), seja ela da gengiva. Não tendo por onde sair, esse pus cria um "caminho" por dentro do osso e a saída na gengiva é a fístula.
Essa infecção nas crianças normalmente ocorre por uma cárie muito profunda que atinge o canal do dente, ou ainda por um trauma (pancada) que provoque a necrose da polpa do dentinho (a morte do nervo do dente). Raramente, em crianças, essa infecção ocorre por problemas gengivais, já que nos pequenos a formação de cálculo (tártaro)é menos frequente.
O fato é que, se a causa da infecção não for removida, essa bolhinha vai e volta, podendo provocar inchaço na face, muita dor e até mesmo febre.
E qual é o tratamento? Bom, se o problema for do dente (o que ocorre na maioria dos casos) o procedimento consiste em tratar o canal. Assim as bactérias que estão causando a infecção são removidas e a tal bolhinha vai desaparecer pra nunca mais voltar. Normalmente é necessário o uso de antibióticos. Eles serão prescritos pelo Odontopediatra.
"Ah doutora, mas meu filho não reclama de dor, não incomoda nada! Não dá pra deixar assim mesmo? Ele é tão pequeno... tem que tratar?"
Tem sim!! Toda infecção no organismo da criança requer cuidados, sob a pena de perder o dentinho precocemente ou de acontecer coisa pior, como prejudicar o dente permanente que está em formação e em contato com essa infecção. Ou ainda, afetar a saúde geral da criança.
Por isso fica então a dica: NUNCA SUBESTIME UMA INFECÇÃO.
É claro que o diagnóstico certinho da tal bolhinha só é possível consultando o Odontopediatra, mas pelas características eu imagino o que seja...
Essa bolinha ou bolha que aparece e some na gengiva de seu filho chama-se fístula. É uma forma que o organismo da criança encontrou para expulsar o pus proveniente de uma infecção, seja ela do dente (mais comum nas crianças), seja ela da gengiva. Não tendo por onde sair, esse pus cria um "caminho" por dentro do osso e a saída na gengiva é a fístula.
O fato é que, se a causa da infecção não for removida, essa bolhinha vai e volta, podendo provocar inchaço na face, muita dor e até mesmo febre.
E qual é o tratamento? Bom, se o problema for do dente (o que ocorre na maioria dos casos) o procedimento consiste em tratar o canal. Assim as bactérias que estão causando a infecção são removidas e a tal bolhinha vai desaparecer pra nunca mais voltar. Normalmente é necessário o uso de antibióticos. Eles serão prescritos pelo Odontopediatra.
"Ah doutora, mas meu filho não reclama de dor, não incomoda nada! Não dá pra deixar assim mesmo? Ele é tão pequeno... tem que tratar?"
Tem sim!! Toda infecção no organismo da criança requer cuidados, sob a pena de perder o dentinho precocemente ou de acontecer coisa pior, como prejudicar o dente permanente que está em formação e em contato com essa infecção. Ou ainda, afetar a saúde geral da criança.
Por isso fica então a dica: NUNCA SUBESTIME UMA INFECÇÃO.
Marcadores:
Conversando com os pais,
DiCaS,
Doenças e lesões bucais
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Condicionamento psicológico
Na maioria das vezes, os pequenos chegam ao consultório com total aversão ao tratamento odontológico e até mesmo ao próprio ambiente. É então nestes casos que o Odontopediatra precisa utilizar como recurso o CONDICIONAMENTO PSICOLÓGICO para criar condições para que a criança rompa esse bloqueio e aceite o tratamento necessário.
O condicionamento psicológico é uma técnica que requer tempo e conhecimento. Acreditem, o Odontopediatra não está ali para fazê-los (papais e mamães) perder tempo e, muito menos dinheiro. Esse condicionamento de início, trata-se de uma consulta de "brincadeirinha", onde o profissional brinca, conta histórias, apresenta todo o equipamento odontológico e ambiente de forma lúdica ao pequeno paciente.
Tudo isso é muito importante para ganhar a confiança do seu filho para que ele possa aceitar o tratamento e ainda cooperar com ele.
Gostaria, com esta matéria, de esclarecer aos papais e mamães que o condicionamento psicológico não é uma "enrolação", é realmente um período necessário de adaptação ao tratamento.
Lembrem-se, o Odontopediatra não está preocupado apenas com uma boquinha que está com problemas, mas sim com um ser que tem medo, que não entende o ambiente odontológico e que não quer nenhum estranho mexendo na sua boca.
Portanto, tenham paciência e acreditem, o condicionamento não é perca de tempo! É sim uma garantia de êxito não só na saúde bucal, mas também psicológica dos pequenos.
O condicionamento psicológico é uma técnica que requer tempo e conhecimento. Acreditem, o Odontopediatra não está ali para fazê-los (papais e mamães) perder tempo e, muito menos dinheiro. Esse condicionamento de início, trata-se de uma consulta de "brincadeirinha", onde o profissional brinca, conta histórias, apresenta todo o equipamento odontológico e ambiente de forma lúdica ao pequeno paciente.
Tudo isso é muito importante para ganhar a confiança do seu filho para que ele possa aceitar o tratamento e ainda cooperar com ele.
Gostaria, com esta matéria, de esclarecer aos papais e mamães que o condicionamento psicológico não é uma "enrolação", é realmente um período necessário de adaptação ao tratamento.
Lembrem-se, o Odontopediatra não está preocupado apenas com uma boquinha que está com problemas, mas sim com um ser que tem medo, que não entende o ambiente odontológico e que não quer nenhum estranho mexendo na sua boca.
Portanto, tenham paciência e acreditem, o condicionamento não é perca de tempo! É sim uma garantia de êxito não só na saúde bucal, mas também psicológica dos pequenos.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Por que meu filho tem tanta cárie e o coleguinha não?
Essa é uma pergunta muito comum no dia-a-dia do consultório. As vezes a mãe questiona até com relação ao irmão mais velho dizendo: "olha doutora, esse aqui não come doces...escova os dentes direitinho... e tem cárie! Já o mais velho é relaxado, come doces o dia inteiro e nada de cáries"!! O que acontece?
Acontece o seguinte: a cárie é uma doença multifatorial, isso significa que ela não tem uma causa única, mas é fruto de uma combinação de fatores. Pra ela acontecer precisamos de 4 elementos: o dente (oh!), bactérias, comida para as bactérias e ainda o tempo (porque a cárie não se forma de um dia para o outro).
A bactéria principal causadora da cárie é o Streptococcus Mutaes, que produz ácidos que em contato com dente por um longo tempo podem provocar a cárie. E estas bactérias se alimentam de tudo que comemos, por isso os alimentos (resíduos) por muito tempo na boca, alimentam essas bactérias que por sua vez vão produzir seus ácidos que desmineralizam, corroem os dentes dos pequenos, formando "buraquinhos" e a cárie está instalada.
Mas pra complicar mais um pouquinho não é só isso. Esses 4 fatores têm que estar presentes, mas ainda existe outro elemento que predispõe ou não à criança a ter cáries: a SALIVA. Existem salivas que são "melhores"(pH mais alcalino) e há salivas"piores"(pH mais ácidos). Ambientes ácidos favorecem a cárie com certeza.
Portanto, pensando em todas essas combinações, não resta dúvida: escove os dentes de seu filho direitinho e não conte com a sorte. A escovação é a única maneira de driblar todos esses fatores que causam a cárie.
Acontece o seguinte: a cárie é uma doença multifatorial, isso significa que ela não tem uma causa única, mas é fruto de uma combinação de fatores. Pra ela acontecer precisamos de 4 elementos: o dente (oh!), bactérias, comida para as bactérias e ainda o tempo (porque a cárie não se forma de um dia para o outro).
A bactéria principal causadora da cárie é o Streptococcus Mutaes, que produz ácidos que em contato com dente por um longo tempo podem provocar a cárie. E estas bactérias se alimentam de tudo que comemos, por isso os alimentos (resíduos) por muito tempo na boca, alimentam essas bactérias que por sua vez vão produzir seus ácidos que desmineralizam, corroem os dentes dos pequenos, formando "buraquinhos" e a cárie está instalada.
Mas pra complicar mais um pouquinho não é só isso. Esses 4 fatores têm que estar presentes, mas ainda existe outro elemento que predispõe ou não à criança a ter cáries: a SALIVA. Existem salivas que são "melhores"(pH mais alcalino) e há salivas"piores"(pH mais ácidos). Ambientes ácidos favorecem a cárie com certeza.
Portanto, pensando em todas essas combinações, não resta dúvida: escove os dentes de seu filho direitinho e não conte com a sorte. A escovação é a única maneira de driblar todos esses fatores que causam a cárie.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
CUIDADOS PARA NÃO CONTAMINAR A ESCOVA DE DENTES DE SEU FILHO.
Todos sabemos basicamente que a escova de dentes deve ser bem lavada e seca para ser guardada após o uso. Isso evita o acúmulo de bactérias nas cerdas úmidas, evitando assim a transmissão de doenças nos pequenos. Mas não é só isso!
Para que não ocorra a contaminação da escova de dentes das crianças, devemos ficar atentos a estas dicas:
- Nunca compartilhe a escova de dentes.
- Depois de escovar os dentes dos pequenos, lave a escova com bastante água, tanto as cerdas como a cabeça e o cabo. Guarde-a seca na posição vertical. Se outras escovas estiverem juntas, não deixe que uma entre em contato com a outra, use uma capinha protetora.
- Nada de soluções para ficarem imersas, nem aquelas receitinhas caseiras como colocar no microondas ou onde quer que seja.
- Não guarde as escovas em ambiente totalmente fechado.
- Mantenha o recipiente onde fica a escova pelo menos a um metro e meio de distância do vaso sanitário. Ah, e sempre dar descarga com a tampa abaixada.
- Substitua a escova de dentes das crianças após gripes ou infecções como estomatites.
- Troque a escova de dentes periodicamente a cada três meses.
Bom papais e mamães, seguindo estas orientações é possível manter a escova de dentes de seu filho sempre limpinha e livre de grandes contaminações!
Para que não ocorra a contaminação da escova de dentes das crianças, devemos ficar atentos a estas dicas:
- Nunca compartilhe a escova de dentes.
- Depois de escovar os dentes dos pequenos, lave a escova com bastante água, tanto as cerdas como a cabeça e o cabo. Guarde-a seca na posição vertical. Se outras escovas estiverem juntas, não deixe que uma entre em contato com a outra, use uma capinha protetora.
- Nada de soluções para ficarem imersas, nem aquelas receitinhas caseiras como colocar no microondas ou onde quer que seja.
- Não guarde as escovas em ambiente totalmente fechado.
- Mantenha o recipiente onde fica a escova pelo menos a um metro e meio de distância do vaso sanitário. Ah, e sempre dar descarga com a tampa abaixada.
- Substitua a escova de dentes das crianças após gripes ou infecções como estomatites.
- Troque a escova de dentes periodicamente a cada três meses.
Bom papais e mamães, seguindo estas orientações é possível manter a escova de dentes de seu filho sempre limpinha e livre de grandes contaminações!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Por que os bebês salivam tanto?
Quanta baba escorrendo pela boquinha do bebê, pingando no chão e molhando todo o macacão...
Sim, essa salivação toda é por conta dos dentinhos que estão para romper, mas não é só por isso.
Os bebês babam tanto porque ainda não têm coordenação para engolir toda a saliva produzida que aumenta muito a partir dos 3 meses, antes mesmo da dentição.
Segundo Dr. Mauro Toporovski, professor de pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, a salivação excessiva é causada pelo próprio desenvolvimento neurológico e bucal do bebê, portanto BABAR É NORMAL.
A situação melhora por volta dos 2 anos, quando a criança já coordena melhor sua deglutição. Caso não diminua, além do Odontopediatra, é importante a realização de uma avaliação de um Otorrinolaringologista e fonoaudiólogo.
Mas lembre-se papais e mamães: resfriados, aftas e refluxo gastoesofágico estimulam a produção de saliva, e aí, uma vez cuidando da causa acabamos com a consequência.
Sim, essa salivação toda é por conta dos dentinhos que estão para romper, mas não é só por isso.
Os bebês babam tanto porque ainda não têm coordenação para engolir toda a saliva produzida que aumenta muito a partir dos 3 meses, antes mesmo da dentição.
Segundo Dr. Mauro Toporovski, professor de pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, a salivação excessiva é causada pelo próprio desenvolvimento neurológico e bucal do bebê, portanto BABAR É NORMAL.
A situação melhora por volta dos 2 anos, quando a criança já coordena melhor sua deglutição. Caso não diminua, além do Odontopediatra, é importante a realização de uma avaliação de um Otorrinolaringologista e fonoaudiólogo.
Mas lembre-se papais e mamães: resfriados, aftas e refluxo gastoesofágico estimulam a produção de saliva, e aí, uma vez cuidando da causa acabamos com a consequência.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Férias da criançada, escovação redobrada!!!!
É isso mesmo, época de férias da criançada, sem hora para dormir, sem hora para acordar, sem rotina...mas lembre-se não vale tirar férias da escova de dentes, hein?!
Nas férias tudo é válido para a diversão da meninada: praia, fazenda, clube, cinema, casa da vovó, video game, computador...e muita, mas muita guloseima: pipoca, bala, chocolate, refrigerante, bolacha, bolo de chocolate, hummmmmmm!!! Enfim, tudo que no cotidiano é excessão, nas férias é liberado. E é ai que eu digo que a escovação dos dentes deve ser redobrada.
Com a ingestão de tantos alimentos cariogênicos (que provocam cárie) é preciso redobrar os cuidados com a higiene bucal dos pequenos, já que nesta época eles estão ainda muito "ocupados" e acabam esquecendo da amiguinha escova de dentes.
Portanto papais e mamães, fiquem de olho, aproveitem esse período de férias que é mais tranquilo, sem todos aqueles compromissos do dia a dia e agendem uma visita ao Odontopediatra.Temos que garantir o sorriso da criançada o ano todo!!!
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Meu bebê já nasceu com dente??????
Antes de publicar a primeira matéria de 2o12, gostaria de desejar um FELIZ ANO NOVO, REPLETO DE REALIZAÇÕES, ALEGRIAS, SAÚDE E MUITA, MUITA SAÚDE BUCAL A TODOS!!!!
Este artigo fala sobre os dentinhos NATAIS e NEONATAIS, que, de uma maneira geral são aqueles dentes que erupcionam antes da hora. No caso dos dentes natais, quando o bebê nasce, ele já está presente em sua boquinha. Já os neonatais, aparecem de 15 a 30 dias após o nascimento da criança.
Atualmente, a causa da erupção prematura atribuí-se à posição superficial do desenvolvimento do germe dentário, o que predispõe o dente a erupcionar mais cedo. É grande a tendência familiar, ou seja o fator genético. É também mais frequente em meninas.
Nossa, que susto heim mamãe?!! Todos sabemos que os primeiros dentinhos normalmente erupcionam a partir dos 6 meses... e agora???
Bom, é muito importante procurar o Odontopediatra imediatamente para diagnosticar, primeiro se é um dente extra-numerário (a mais na boquinha do bebê) ou se já faz parte da dentição decídua. Isso é facilmente diagnosticado com a radiografia. Também é importante observar se o dente está firme ou se apresenta mobilidade... no segundo caso muitas vezes é necessário extraí-lo antes que o pequeno o engula ou aspire-o, trazendo complicações mais graves. Além do que, a presença de um dente móvel na boquinha do bebê, pode provocar dor, fazendo com que a criança se recuse a mamar.
Se o dente natal ou neonatal não estiver causando qualquer dificuldade à criança ou à mãe, ele pode ser mantido.
Por isso cada caso deve ser avaliado independentemente, para decidir se mantém ou extrai o dente em questão.
Este artigo fala sobre os dentinhos NATAIS e NEONATAIS, que, de uma maneira geral são aqueles dentes que erupcionam antes da hora. No caso dos dentes natais, quando o bebê nasce, ele já está presente em sua boquinha. Já os neonatais, aparecem de 15 a 30 dias após o nascimento da criança.
Atualmente, a causa da erupção prematura atribuí-se à posição superficial do desenvolvimento do germe dentário, o que predispõe o dente a erupcionar mais cedo. É grande a tendência familiar, ou seja o fator genético. É também mais frequente em meninas.
Nossa, que susto heim mamãe?!! Todos sabemos que os primeiros dentinhos normalmente erupcionam a partir dos 6 meses... e agora???
Bom, é muito importante procurar o Odontopediatra imediatamente para diagnosticar, primeiro se é um dente extra-numerário (a mais na boquinha do bebê) ou se já faz parte da dentição decídua. Isso é facilmente diagnosticado com a radiografia. Também é importante observar se o dente está firme ou se apresenta mobilidade... no segundo caso muitas vezes é necessário extraí-lo antes que o pequeno o engula ou aspire-o, trazendo complicações mais graves. Além do que, a presença de um dente móvel na boquinha do bebê, pode provocar dor, fazendo com que a criança se recuse a mamar.
Se o dente natal ou neonatal não estiver causando qualquer dificuldade à criança ou à mãe, ele pode ser mantido.
Por isso cada caso deve ser avaliado independentemente, para decidir se mantém ou extrai o dente em questão.
Assinar:
Postagens (Atom)







